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CVM TV News (Video)

Disputa na formatura da Ascot Primary reacende debate nacional sobre percursos do PEP e cerimônias escolares inclusivas

16 min de leituraSt. Catherine
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Uma cerimônia de formatura na Ascot Primary School desencadeou um debate nacional sobre como a Jamaica marca o fim do ensino fundamental, quem pode participar e qual mensagem isso transmite às crianças excluídas.

O diretor Mark Jackson disse ao programa que a entrega de prêmios ocorreu antes da avaliação e que alunos dos percursos um e dois do PEP — agrupados com base nos resultados do ministério — participaram de um exercício de transição. Outros alunos não estavam vestidos da mesma forma. Ele afirmou que a escola não pretendia discriminar nem humilhar ninguém, mas, após reflexão, admitiu que os administradores tinham sido "um pouco míopes", concentrando-se em incentivos para os alunos de melhor desempenho sem ponderar o dano que poderia resultar.

A disputa está inserida na política mais ampla do PEP. Os percursos um, dois e três indicam se uma criança pode passar para o ensino médio com pouco ou nenhum apoio, com apoio médio ou com necessidades de apoio elevado. Críticos argumentam que vincular um evento marcante a esses grupos pode separar publicamente crianças de doze anos apenas pelo desempenho acadêmico.

Em 15 de junho, um pai preocupado da Ascot escreveu ao Ministério da Educação classificando as ações do diretor como discriminatórias, humilhantes e contrárias à educação inclusiva, à proteção da criança, à política de escolas seguras e ao código de ética dos educadores. O pai disse que o ministério foi informado; defensores, incluindo a Fluid Children Foundation, afirmam que os funcionários deveriam ter intervindo antes da temporada de formaturas, quando reclamações semelhantes não são novidade.

O tenente-coronel Paul Scott, presidente da Association of Principals of Primary Schools, questionou se a entrega de prêmios levanta os mesmos problemas de equidade que a formatura quando os pais pagam taxas iguais, mas apenas algumas crianças usam beca e capelo. Ele observou que as escolas podem usar fundos de subvenção para a entrega de prêmios, mas não para os custos de formatura suportados pelas famílias. O dr. Paul Smith, presidente da Jamaica Psychological Society, pediu acompanhamento psicológico para os alunos que se sentiram envergonhados e disse às crianças que elas não são menos importantes só porque o sistema as tratou dessa forma.

Os participantes do painel divergiram sobre se as cerimônias deveriam acabar ou ser substituídas por celebrações mais simples, mas concordaram que o ministério deveria emitir regras rígidas e uniformes sobre custos, inclusão e aviso prévio dos critérios. Sabrina Barnes, da Flowy Children Foundation, disse que as crianças são titulares de direitos e que a política deve deixar de limitar o que elas têm permissão de desfrutar.

Sindicado de CVM TV News (Video) · publicado originalmente em .

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